26 novembro, 2018

GROM - A segunda metade

Conseguimos realizar no último domingo um GROM muito legal. Na verdade, foi a segunda metade de uma tentativa de GROM sob tempo nublado e instável no domingo anterior. Muito bom depois de bastante tempo reviver por dois domingos seguidos a sensação de ver várias bikes reclinadas diferentes, rever amigos de pedal, conhecer gente nova e, sobretudo, participar de diálogos sobre assuntos muito interessantes e, me arrisco a dizer, pouco comuns de encontrar entre bate-papos com colegas ciclistas. O pedal chegou a 34Km de distância. 


Espero que em um futuro próximo possa ter a chance de dar uma passada em PoA novamente para poder dar mais umas pedaladas por essa cidade pela qual guardo grande carinho. Vamos aguardando as oportunidades.
Segue abaixo várias fotos, incluindo algumas extraídas do perfil de Facebook do Anibal.











18 novembro, 2018

Pré-GROM - era pra chover, mas não choveu

Todas as previsões apontavam para um tempo extremamente chuvoso na manhã portoalegrense. Já tinha me programado para descansar um pouco mais, pois iria encarar a viagem de volta para Pelotas. Contudo, e felizmente, o tempo chuvoso ficou somente no campo das ameaças e apesar de um início de dia bastante cinzento e úmido, a chuva não chegou a cair em Porto Alegre.
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Pontualmente às 08h30 eu e o Raul nos encontramos no velódromo do Guaíba e aguardamos o Marco que chegou pontualmente às 08h45. Todos os três planejaram seus horários repentinamente e apostando que a chuva não cairia. Enfim, aposta repentina de todos em um pedal sem chuvas.
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Valeu à pena arriscar. Tivemos um ótimo pré-GROM (Grande Reclinaço Oficial Mensal). O nome GROM foi cunhado pelo reclineiro Artur Elias vários anos atrás e mantemos ele até hoje para nomear os encontros de reclineiros em Porto Alegre.
Pedalamos por aproximadamente 30km, passando por vários pontos da orla do Guaíba e conversando bastante. É sempre legal encontrar essa turma. E por que falar em Pré-GROM?? Porque esse deve ser a metade de um "GROM inteiro" que ocorrerá em breve, caso a chuva continue colaborando.
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Abraços e até o próximo post!
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FRANZ

12 novembro, 2018

No último sábado fiz um pedal em direção ao distrito riograndino de Povo Novo. Já não é a primeira vez que opto por este roteiro (aliás este trajeto é bastante utilizado por ciclistas pelotenses e riograndinos semanalmente). A diferença dessa vez consistiu no fato de que pela primeira vez fiz ele com a M5.
Na época da Performer me obrigava a levá-la até o ponto de partida junto à estrada. O motivo? andar pela cidade com ela não era muito prático, principalmente por ser uma bicicleta rígida. Ainda acho que os pavimentos são um grande transtorno ao conforto quando se pedalada em uma reclinada rígida. A M5, contudo, permite que eu possa sair de casa pedalando, o que me oferece maior versatilidade na escolha dos caminhos.
Foi um pedal de aproximadamente 60km com uma média de 30km/h durante a ida. No retorno a média foi drasticamente mais baixa (algo em torno de 18km/h), primeiramente pela surpresa de ter o pneu furado, o que me quebrou bastante o ritmo. O outro motivo é um desconforto (dor) na parte posterior da perna esquerda, dor essa que me acompanha a mais de uma década. Acho que está na hora de investigar isso, senão corro o risco de ter que me afastar de um dos passatempos que mais gosto, pedalar.
No mais, a estrada estava ótima como sempre, com os banhados que cercam a região cheios de vida (garças, mergulhões, entre muitos outros). Uma das distrações mais interessantes durante o pedal foi ficar tentando pedalar sem as mãos no guidão. Ainda preciso treinar melhor isso, mas de um modo geral a única coisa que faço nestes pedais de estrada é manter as mãos levemente encostadas ao guidão enquanto pedalo tranquilamente.
Segue abaixo as fotos do pedal. Os dados do ciclocomputador com o registro do pedal foram acidentalmente apagados antes de fazer esta postagem.

Abaixo as tradicionais fotos sobre a ponte que liga Rio Grande a Pelotas (altura máxima de aproximadamente 21m e comprimento de aproximadamente 1000m)
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Parada no pedágio para um café bem doce e água
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Chegada ao distrito de Povo Novo
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Uma das passarelas instaladas na região para mitigar acidentes com atropelamentos (são pouco usadas e a população insiste em se aventurar atravessando a estrada)
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Detalhe da peça cravada no pneu e fora dele (parece ter sido feita sob medida para cumprir sua missão de nos obrigadar a fazer trocas no meio do caminho). Um ponto curioso é o fato de que já furei pneus de bicicleta VÁRIAS vezes nesta estrada. Passando de carro por ela não percebemos o quanto o acostamento é "povoado" de pequenos materiais perfurocortantes.
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