23 dezembro, 2018

Pedal até Turuçu - Posto Corrientes

Créditos da foto: Telmo Coelho
Neste sábado participei de um pedal um pouco mais longo. Dessa vez, com o tempo bom e sem chuva, foi possível ir até bem próximo da cidade de Turuçu (localizada entre Pelotas e São Lourenço do Sul). O pedal foi organizado pelo Pedal Domingueira, um grupo de ciclismo bastante atuante na cidade de Pelotas e coordenado pelo ciclista Telmo Coelho. Ele é também o autor das fotos que aparecem aqui na postagem e ainda, o usuário que registrou pelo Strava e Relive o trajeto realizado pelo grupo (veja animação abaixo).

Créditos da foto: Pedal Domingueira
Créditos da foto: Telmo Coelho
Créditos da foto: Telmo Coelho
Foi um ótimo pedal para experimentar o uso de um alforje que comprei para a M5 Shockproof. Infelizmente, durante todo o trajeto o alforge atrapalhou bastante. Motivo: sua estrutura flexível do corpo do alforge fez com que ele ficasse o tempo todo entrando em contato com os raios da roda traseira. Resultado: um pouco desconforto ao pedalar e preocupação constante com queda e quebra de raios. Solução: pensarei nela mais adiante. Felizmente, dessa vez o joelho esquerdo não causou nenhum desconforto.
Dados colhidos no meu ciclocomputador:
Distância: 81,27km
Tempo de pedal: 4h02min
Vel. máxima: 47,3 km/h
Vel. média: 20,1 km/h
Que venham outros pedais!!

21 dezembro, 2018

Uma postagem testando Strava e Relive

Segue aqui uma postagem testando o uso de Strava e Relive.

Que venham outros pedais!!

26 novembro, 2018

GROM - A segunda metade

Conseguimos realizar no último domingo um GROM muito legal. Na verdade, foi a segunda metade de uma tentativa de GROM sob tempo nublado e instável no domingo anterior. Muito bom depois de bastante tempo reviver por dois domingos seguidos a sensação de ver várias bikes reclinadas diferentes, rever amigos de pedal, conhecer gente nova e, sobretudo, participar de diálogos sobre assuntos muito interessantes e, me arrisco a dizer, pouco comuns de encontrar entre bate-papos com colegas ciclistas. O pedal chegou a 34Km de distância. 


Espero que em um futuro próximo possa ter a chance de dar uma passada em PoA novamente para poder dar mais umas pedaladas por essa cidade pela qual guardo grande carinho. Vamos aguardando as oportunidades.
Segue abaixo várias fotos, incluindo algumas extraídas do perfil de Facebook do Anibal.











18 novembro, 2018

Pré-GROM - era pra chover, mas não choveu

Todas as previsões apontavam para um tempo extremamente chuvoso na manhã portoalegrense. Já tinha me programado para descansar um pouco mais, pois iria encarar a viagem de volta para Pelotas. Contudo, e felizmente, o tempo chuvoso ficou somente no campo das ameaças e apesar de um início de dia bastante cinzento e úmido, a chuva não chegou a cair em Porto Alegre.
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Pontualmente às 08h30 eu e o Raul nos encontramos no velódromo do Guaíba e aguardamos o Marco que chegou pontualmente às 08h45. Todos os três planejaram seus horários repentinamente e apostando que a chuva não cairia. Enfim, aposta repentina de todos em um pedal sem chuvas.
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Valeu à pena arriscar. Tivemos um ótimo pré-GROM (Grande Reclinaço Oficial Mensal). O nome GROM foi cunhado pelo reclineiro Artur Elias vários anos atrás e mantemos ele até hoje para nomear os encontros de reclineiros em Porto Alegre.
Pedalamos por aproximadamente 30km, passando por vários pontos da orla do Guaíba e conversando bastante. É sempre legal encontrar essa turma. E por que falar em Pré-GROM?? Porque esse deve ser a metade de um "GROM inteiro" que ocorrerá em breve, caso a chuva continue colaborando.
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Abraços e até o próximo post!
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FRANZ

12 novembro, 2018

No último sábado fiz um pedal em direção ao distrito riograndino de Povo Novo. Já não é a primeira vez que opto por este roteiro (aliás este trajeto é bastante utilizado por ciclistas pelotenses e riograndinos semanalmente). A diferença dessa vez consistiu no fato de que pela primeira vez fiz ele com a M5.
Na época da Performer me obrigava a levá-la até o ponto de partida junto à estrada. O motivo? andar pela cidade com ela não era muito prático, principalmente por ser uma bicicleta rígida. Ainda acho que os pavimentos são um grande transtorno ao conforto quando se pedalada em uma reclinada rígida. A M5, contudo, permite que eu possa sair de casa pedalando, o que me oferece maior versatilidade na escolha dos caminhos.
Foi um pedal de aproximadamente 60km com uma média de 30km/h durante a ida. No retorno a média foi drasticamente mais baixa (algo em torno de 18km/h), primeiramente pela surpresa de ter o pneu furado, o que me quebrou bastante o ritmo. O outro motivo é um desconforto (dor) na parte posterior da perna esquerda, dor essa que me acompanha a mais de uma década. Acho que está na hora de investigar isso, senão corro o risco de ter que me afastar de um dos passatempos que mais gosto, pedalar.
No mais, a estrada estava ótima como sempre, com os banhados que cercam a região cheios de vida (garças, mergulhões, entre muitos outros). Uma das distrações mais interessantes durante o pedal foi ficar tentando pedalar sem as mãos no guidão. Ainda preciso treinar melhor isso, mas de um modo geral a única coisa que faço nestes pedais de estrada é manter as mãos levemente encostadas ao guidão enquanto pedalo tranquilamente.
Segue abaixo as fotos do pedal. Os dados do ciclocomputador com o registro do pedal foram acidentalmente apagados antes de fazer esta postagem.

Abaixo as tradicionais fotos sobre a ponte que liga Rio Grande a Pelotas (altura máxima de aproximadamente 21m e comprimento de aproximadamente 1000m)
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Parada no pedágio para um café bem doce e água
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Chegada ao distrito de Povo Novo
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Uma das passarelas instaladas na região para mitigar acidentes com atropelamentos (são pouco usadas e a população insiste em se aventurar atravessando a estrada)
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Detalhe da peça cravada no pneu e fora dele (parece ter sido feita sob medida para cumprir sua missão de nos obrigadar a fazer trocas no meio do caminho). Um ponto curioso é o fato de que já furei pneus de bicicleta VÁRIAS vezes nesta estrada. Passando de carro por ela não percebemos o quanto o acostamento é "povoado" de pequenos materiais perfurocortantes.
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21 setembro, 2018

Saindo aos poucos do ninho - Pedal até trevo de acesso a Arroio do Padre

Hoje testei um pedal um pouco mais longo com a M5 Shockproof 559. O percurso escolhido consistiu em uma ida até o pedágio que se encontra na entrada da cidade de Arroio do Padre, a caminho de Porto Alegre. Retornei pela BR no entorno de Pelotas, a qual já tem boa parte duplicada. Este percurso me permitiu aumentar um pouquinho mais as distâncias percorridas de bicicletas até que eu possa retomar as distâncias que fazia no passado, sem sofrer lesões.

 
Já durante a volta uma parada na ponte sobre o arroio Pelotas



Mais uma vez, fiquei surpreso com alguns detalhes positivos nesta bicicleta. O que me chama especial atenção é o quanto a bicicleta anda bem, ao considerar seu peso efetivo.
Olhando a bike assim, com esses rodões e geometria, percebe-se o que me refiro sobre chamá-la de trator

Eu estava acostumado com a Performer Caliper, uma bicicleta preparar para velocidade e desempenho. Era uma bicicleta realmente leve. Contudo, apesar de suas características, tinha a impressão de que algo em termos de desempenho ainda faltava. Ao adquirir e montar a M5, tive a impressão de estar frente a frente com um trator, pois meu olhar estava acostumado com as linhas leves e sinuosas da Performer. Contudo, a impressão ficou somente no aspecto visual mesmo. Após atingir os 10km de pedal, dentro da cidade, elevei a velocidade média para algo na ordem dos 25km/h. A partir do meio do caminho, passei a manter médias da ordem dos 31km/h, sem maiores esforços. Cabe reforçar aqui que estou bastante afastado deste tipo de ciclismo e bastante fora de forma. A velocidade média final foi resultado dos trechos saindo e entrando na cidade
Cockpit montado atualmente na M5, com trocadores SRAM trigger (em oportunidade futuras contarei as história sobre como o cockpit da bicicleta ficou assim)

Resumindo, a bike tem me trazido algumas descobertas bem interessantes, as quais vou colocando aqui para retomar as postagens no blog e manter um histórico dessa grande máquina.

Segue dados do pedal:
- Trip distance: 42,85km
- Average riding: 21,0km/h
- Riding time: 2h02min.
- Maximum speed: 40,4km/h

05 setembro, 2018

M5 Shockproof - primeiros testes e ajustes

Depois de quase dois anos, finalmente uma breve chance de dar uma pedalada de reclinada. O interessante é que nesse meio tempo acabei tendo a chance de adquirir uma M5 Shockproof 559, que pertencia ao nobre ciclista Ledur (de Porto Alegre). Estava a aproximadamente dois meses com ela e somente agora, tive efetivamente a chance de experimentá-la após a montagem e ajustes para minha estatura (aprox. 170cm). O pedal, apesar de curtinho e breve, foi ótimo para perceber a necessidade de pequenos ajustes na bicicleta, dentre os quais: alongar uns 20mm o boom, deixar o guidão mais próximo do corpo (feito durante o pedal), alongar conduítes de freio (exigirá troca de conduítes), ajustar câmbio dianteiro (percebi uma pequena falha de alinhamento durante minha montagem).





No mais, a Shockproof se mostrou uma ótima bicicleta. Passei por barro, pedras soltas, buracos, sem problema algum. Foram 21,6km de pedal suave, com arrancadas de até 33km/h e nenhuma dor, mesmo após dois anos sem subir em uma reclinada para pedalar.

Segue dados do pedal:
- Trip distance: 21,60km
- Average riding: 17,2km/h
- Riding time: 1h15min.